ESTILOS ARTÍSTICO ARQUITETÔNICOS
PÓS GREGOS E ROMANOS

Marcel de Almeida Freitas                 
Prof. Antropologia/Psicologia Social
UNIP – Belo Horizonte, MG                


ESTILO - MANEIRISMO
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  • O ideal de clareza e equilíbrio do Renascimento é solapado bruscamente;

  • O desequilíbrio é marcado pela imitação exagerada e artificial das grandes fórmulas em voga;

  • É a exacerbação do Eu do humanismo, repleto de significados obscuros e dramáticos;

  • O manierismo, em geral gracioso, indicaria, sobretudo a preocupação de integrar a obra no ambiente.

  • Os arquitetos maneiristas cuidaram especialmente da fachada e da urbanística;

  • Alguns teóricos sustentam que foi uma ligação entre a Renascença e o Barroco;

  • Naquele período foi considerado por muitos uma arte pequena, sem valor genuíno;

  • A noção de equilíbrio é relativizada por essa arte mais turbulenta e insólita;

  • Floresceu entre 1525 até mais ou menos 1600, entre o renascimento pleno e o barroco;

  • Tal como acontecerá no Rococó posteriormente, apresenta capricho nos detalhes e labirintos;

  • Semelhantemente ao Gótico do passado, prioriza as igrejas em planos longitudinais, isto é, mais longas que largas; buscava-se uma atmosfera de serena dignidade;

  • As naves são escuras, o acesso aos coros é com escadas em caracol, há guirlandas de frutas e flores nas construções civis;

  • As formas côncavo-convexas exageram os contrastes de luz e sombra; o interesse maior era pela realidade de todos os dias;

  • Quanto ao nome do novo tempo, uns o chamaram Renascimento Tardio, outros (os alemães, desde 1920) Manierismo;

  • Exemplo típico: Palácio do Tè, em Mantua;

  • Principais nomes: Paolo Veronese, Tintoretto, Andrea Palladio, Giorgio Vassari, Rosso Fiorentino, Giovanni di Bologna.