Marcelo Grassmann
1925 (São Simão-SP

        Autodidata, interessou-se inicialmente pela escultura, passando a dedicar-se, em 1943, à xilogravura.

     Em 1951 obteve medalha de ouro no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1952 e 1954 conquistou o prêmio de viagem à Europa no mesmo Salão.

     Participou da Bienal de Veneza (1950 e 1961) e da Bienal de São Paulo (a partir de 1951). Entre 1969 e 1970 os Museus de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro inauguraram retrospectiva de seus 25 anos de gravura.

     Seu percurso expositivo estendeu-se do Brasil para o exterior, tendo realizado diversas individuais.

     Geraldo Ferraz diria sobre Grassmann em 1975: "Adstrito aos temas que se desdobraram na fidelidade de sua visão adstringentemente original, entre o visionário e o fantástico, Grassmann paira acima de qualquer discussão. Ele pertence à arte maior."

     José Roberto Teixeira Leite, com muita propriedade, acentuou que "Grassmann é deliberadamente arcaico, seu mundo é o de um faizeur de diables, flor perdida no tempo e no espaço do gótico fantástico".

Fonte: Bolsa de Arte do Rio de Janeiro.

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