Manual do
Mercado de Arte

(saiba por que foi escrito)
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Uma obra inédita
no ramo

     Tenho notado uma total perplexidade; afinal, ninguém, até então, escreveu sobre o assunto. O "Manual" não tem como enfoque as obras de arte. Visa o ser humano interagindo no mundo das artes plásticas. Uma pesquisa concluiu que, muito provavelmente, seja o único no mundo a abordar o assunto.

    É uma espécie de limpeza de gavetas pessoais, nesses longos anos em que estudo o mercado de arte do país. São trinta capítulos que examinam todos os ângulos do mercado, além do apêndice que inicia um processo de resgate da memória do mercado de arte do Brasil.

Um amigo bem
perto de você

     Imagino as dificuldades dos artistas das cidades do interior do país. Se para os novos artistas das Capitais, que têm estreito contato com o mercado de arte, as dificuldades já são grandes, imaginem as daqueles que estão em uma cidade típica do interior, longe do mercado e sem sequer um livro que lhes fale a respeito.

     Tenho esperanças de que o "Manual" venha a se tornar o vade-mécum do mercado de arte, uma fonte de consulta diária, por assuntos. Assim, a sua função não se exaure na primeira leitura, posto que continuará a ser útil no dia-a-dia dos profissionais do mercado e colecionadores.

     A proposta é que se constitua em uma bússola, que indique o caminho das pedras; é que deixe os interessados por dentro das regras do jogo, sem lhes sonegar o pulo do gato; é deixar o mercado de arte, realmente, ao alcance de todos.

     Pode ser rotulado como um livro de marketing com balizamento jurídico; contudo, em determinados pontos, quando trata da rotina do mercado, é, absolutamente empírico. Porém, fundamentalmente, é um livro que objetiva ajudar os novos artistas plásticos, novos marchands e colecionadores iniciantes.

Conhecendo o mercado
como um todo

     Alguns perguntam: por que não um livro para cada objetivo? Achei melhor englobar todos os objetivos em um só manual. A medida em que "falo", no livro, para cada um dos acima citados, os outros observam...

     Embora não tenha sido escrito para os decanos do mercado, acredito que os mais experientes marchands poderão, ao manuseá-lo, recordar aquele primeiro patamar já meio esquecido ou acordar a adormecida sensibilidade para com os novos artistas e iniciantes colecionadores; que os experts em tapetes orientais poderão tirar dele algumas idéias; que os antiquários vão aprender sobre coisas novas; e que também os leiloeiros, moldureiros, arquitetos, decoradores e outros profissionais, que gravitam - ou não - no mercado de arte, poderão tirar dele ensinamentos, transportando práticas e filosofias para suas atividades.

     O Prefácio é de Cesar Luis Pires de Mello - arquiteto de renome -, marchand formador do mercado de arte de São Paulo e a editora é a Júlio Louzada Publicações, de São Paulo - de quem foi a iniciativa de publicar o livro, mesmo sem patrocínio -, chancelas que dão, indubitavelmente, prestígio ao livro.
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          Realmente, não há sequer um exemplar do MMA à venda nas livrarias de todo o Brasil. Por isso, já há algum tempo, estou me ocupando na solução do problema. Contudo, ainda não há uma data determinada para o lançamento. Enquanto isso, um caminho para você chegar ao MMA seria procurá-lo nas bibliotecas dos museus ligados às artes plásticas nas capitais brasileiras. Várias delas disponibilizam o MMA para consulta. Ou, quem sabe, você não consegue um MMA emprestado com amigo?

        Aguardo um patrocínio de uma empresa que disponibilize o MMA2 na INTERNET, sem ônus, ou para editá-lo convencionalmente. Trata-se de uma publicação técnica que se acredita não ter similar no mundo e que atende ao mercado de arte de todos os países. Assim, depois da edição em língua portuguesa, tenho a intenção de publicá-lo em outros idiomas.

        Por que não uma segunda edição?   Como se sabe, o MMA foi primeiro livro publicado sobre a matéria no Brasil e possivelmente no mundo. Mesmo sendo o detentor  dos direitos autorais e  editoriais do MMA, preferi deixá-lo como uma edição histórica, primeira e única, em se considerando o pioneirismo na abordagem do tema. O apêndice, que tratou da memória do mercado de arte, ficará lá cristalizado, como de resto todo do MMA. No lugar das memórias do mercado de arte,  entrarão cerca de 160 perguntas e respostas a  respeito do mercado de arte.

        Se precisar de mais esclarecimentos a respeito, atendo nos telefones (55-21) 3325-1500, 3325-8641 e 9984-6846.

        Obrigado pela atenção.

        João Carlos Lopes dos Santos.

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