PALÁCIO DOS BANDEIRANTES, EM SÃO
PAULO,
TEM EXPOSIÇÃO COM ARTISTAS JAPONESES
Até o final de agosto, com visitas
gratuitas e monitoradas, o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São
Paulo, na zona sul da capital, mantém a exposição "Presença japonesa na
arte brasileira: da figuração à abstração". Estão expostas obras de
Yoshiya Takaoka, Tomoo Handa, Yuki Tamaki, Tomie Ohtake, Manabu Mabe e Tikashi Fukushima,
entre outros artistas. (LEIA MAIS)
3º FÓRUM NACIONAL DE MUSEUS
EM FLORIANÓPOLIS
A partir da próxima segunda-feira,
dia 7 de julho, e até sexta dia 11, será realizado, no campus da Universidade
Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, o 3° Fórum Nacional de
Museus, evento bienal de abrangência nacional, que reunirá cerca de duas mil
pessoas, incluindo diretores de museus de várias cidades. No mesmo local será realizado,
como programação paralela, o 2º Encontro Ibero-Americano de Museus, de
08 a 10 de julho, que reunirá os responsáveis pela política museológica dos 22 países
que compõem a Ibero-América.
Dentre as personalidades confirmadas estão Juca Ferreira, Ministro
Interino da Cultura; Luiz Eduardo Barreto Filho, Ministro do Turismo; Célio Turino, da
Secretaria de Programas e Projetos Especiais do MinC (criador dos Pontos de Cultura);
Roberto Gomes do Nascimento, da Secretaria de Incentivo e Fomento à Cultura; Marcelo
Coutinho, diretor de Relações Internacionais do MinC; além de uma delegação de 11
deputados integrantes da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.
Estão confirmados ainda Antônio Nicolau, diretor da Agência Espanhola de Cooperação e
Desenvolvimento; David Hodge, Adido Cultural da Embaixada dos Estados Unidos; Ivana
Siqueira, Diretora da Organização dos Estados Ibero-Americanos; Ana Azor Lacasta, dos
Museus Estatais da Espanha; Manuel Bairrão Oleiro, diretor do Instituto de Museus e
Conservação de Portugal); Ramiro Osorio, da SEGIB (Espanha); além de diversos
secretários.
No próximo sábado, dia 21 de junho, a H.A.P.
Galeria inaugura a mostra "Quando eu vi", com
fotografias de Claudia Jaguaribe, feitas há dois anos dentro das matas
Atlântica, Amazônica e no Pantanal. O conjunto de 18 imagens fotográficas se soma a um
objeto uma caixa de luz com 15 imagens e a uma vídeo-instalação. A
artista revela uma leitura particular de um cenário em risco de extinção. Fotografias
da mata montadas lado a lado, reproduzindo a visão da artista no momento do registro, e
imagens manipuladas da mesma paisagem formam um jogo no qual realidade e ficção se
fundem para confundir o espectador. "É uma combinação de paisagens. Quando a
pessoa olha, fica difícil perceber o que é real e fictício", diz a artista. Em
busca de discutir a relação natureza-civilização, Claudia Jaguaribe fotografou
estantes com livros, como símbolo do conhecimento humano, sua história, seus registros,
documentos e narrativas. Ao trabalhar digitalmente essas imagens, fundindo-as com as fotos
feitas da mata brasileira, a artista se deu conta que o contorno da estante com os livros
formava um skyline. O observador pensará que ela fotografou conjuntos de prédios,
o que não ocorreu.
Serviço: Quando eu vi
Claudia Jaguaribe
Abertura: 21 de junho, sábado, das 17h às 20h
[Coquetel com projeção de vídeo-instalação e performance
sonora de Paulo Belo, à Rua Abreu Fialho, 12,
Jardim Botânico - Rio de Janeiro]
H.A.P.
Galeria, Rio
Visitação: 23 de junho a 02 de agosto de 2008
Horário: segunda a sexta, das 11h às 18h;
sábado, das 12h às 17h
Rua Abreu Fialho, 11, Jardim Botânico - RJ
Tel. 55 (21) 3874-2830 -
55 (11) 3874-2796 - 55 (11) 3206-0174
Arte & Lazer - Estadão Online - quinta-feira, 26 de junho de 2008, 17:10 | Online
Museu do Prado contesta autoria de
obra de Goya
Especialistas do Museu do Prado, o maior da Espanha, disseram na
quinta-feira que suspeitam que uma de suas principais obras em exibição -- de autoria
atribuída ao pintor Francisco Goya -- teria sido pintada de fato por um dos assistentes
do mestre espanhol.
Manuela Mena, curadora dos trabalhos do século 18 e das obras de Goya no museu de Madri,
disse que novas evidências foram descobertas por raios-x e outros testes em "El
Coloso" (O colosso), considerada uma alegoria da Espanha em guerra.
"Não é um trabalho que, na nossa opinião, se encaixe com a técnica, a pintura, a
simbologia, as metáforas e a poesia de Goya", disse Mena em uma entrevista coletiva.
O SESC Vila Mariana (São Paulo)
apresenta em junho FOTOGRAFIA MODERNA PAULISTA E O
FOTO CINE CLUBE BANDEIRANTE
Exposição com fotografias de importantes nomes
do movimento moderno em São Paulo, das décadas de 1940 a 1960, pertencentes ao acervo do
Foto Cine Clube Bandeirante. De 14/06 a 20/07/2008
Atrium
Terça a sexta, das 9h às 21h30,
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30
Grátis
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 - Fone:55 (11) 5080-3000
De terça a sexta, das 9h às 21h30
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30 email@vilamariana.sescsp.org.br http://www.sescsp.org.br
0800-118220
ACONTECEU
DE NOVO - OBRAS DE ARTE
ROUBADAS EM MUSEU DE SÃO PAULO
A Estação Pinacoteca, uma extensão da Pinacoteca de São Paulo,
na região da Luz, no Centro da cidade, foi assaltada por volta das 12h desta quinta. De
acordo com a Secretaria da Cultura do estado, as quatro obras que pertencem à Fundação
José e Paulina Nemirovsky foram levadas do 2º andar do prédio. A secretaria informou
que as obras têm um valor estimado de R$ 1 milhão.
A Estação Pinacoteca ocupa um prédio projetado por Ramos de Azevedo, onde funcionou por
mais de 50 anos a Delegacia de Ordem e Política Social (Dops). Ela abriga parte das
exposições temporárias e mostras infantis realizadas pela Pinacoteca durante o ano. O
espaço tem 8 mil m² e abriga ainda um centro de memória para preservação e pesquisa
da história da própria Pinacoteca.
"O abandono" é uma das mais obras
mais dramáticas de Camille Claudel
BRONZE
E PEDRA PARA CAPTAR A ALMA
(A MOSTRA DE CAMILLE CLAUDEL EM PARIS
Camille Claudel foi a artista que amou
demais e sofreu todas as conseqüencias desse amor desvairado. Transformando-se em sombra
incômoda na vida de seu ex-mestre e ex-amante Auguste Rodin, passou a
vida em um hospício e, após a morte, teve seu nome cuidadosamente afastado do roteiro
das artes.
Agora, numa dessas raras ocasiões, o próprio
Museu Rodin de París, organiza uma mostra com obras e documentos relatando
momentos significativos da vida da escultora. A grande exposição de Camille Claudel em
Paris reafirma a força e a técnica superior da artista que foi tratada como louca.
Nos anos 50, uma grande exposição havia resgatado
Camille Claudel (1864-1943) das sombras a que fora relegada. A outra mostra, que se
realiza agora no Museu Rodin, em Paris, em meio a frio e chuva, inesperados no
verão parisiense, tem originado extensas filas em frente do Museu. Não apenas turistas,
mas os próprios franceses estão correndo para prestigiar Camille Claudel - Une
Femme, Une Artiste, a maior exposição já realizada sobre a escultora.
WAGNER
MALTA TAVARES E FÁBIO MIGUEZ
NO RIO DE JANEIRO
No próximo dia 11 de junho, quarta-feira, Anita
Schwartz Galeria de Arte inaugura duas exposições: "Fabio Miguez", no
térreo da galeria, e "Wagner Malta Tavares - Barqueiro", no terceiro andar.
Fábio Miguez ocupará a grande sala
principal, com 140 metros quadrados de área e sete metros de pé direito, e a vizinha
sala multiuso, onde vai expor seis pinturas recentes em grande formato, e dois
objetos: "Pingue-pongue", que chega a oito metros, e "Onde Valise", em
formato menor. Nas pinturas, ele usa tinta a óleo e cera sobre tela, e nos dois outros
trabalhos o mesmo material sobre madeira e vidro. Os três trabalhos estão
interligados e são um desdobramento da pesquisa que iniciou em 2006. Tanto
"Pingue-pongue" como "Onde Valise" são obras interativas, em que o
público poderá mexer, alterando sua forma.
Wagner Malta Tavares vai mostrar trabalhos
recentes e inéditos: nove fotografias, duas esculturas e um objeto. No contêiner,
que fica no terraço, será projetado o vídeo "O Barqueiro", que dá nome à
mostra, e foi feito em 2008. O fio condutor do trabalho de Wagner Malta Tavares que
estará na Anita Schwartz é a luz, utilizada como escultura, tanto na fotografia como no
vídeo e no objeto. Um enfeite típico de Natal, a mangueira de plástico transparente com
luz, foi usada por uma criança como uma corda de pular. As fotografias resultantes
mostram uma malha de luz, em diferentes formas, que ora libera ora aprisiona a menina que
pula a corda. Dessa pesquisa surgiu a fotografia "Coluna", que lembra a coluna
vertebral de um animal, e "Laço" (2007/2008), uma caixa contendo um dvd e um
encarte com 60 imagens. Em tiragem de 100 exemplares numerados e assinados, a
apresentação deste trabalho se assemelha a uma caixa de dvd, com formato de 13cm x 14cm.
A série "Beira" traz cinco fotos de um metro de comprimento feitas à noite, em
uma praia do litoral paulista, este ano. Em meio ao escuro, o artista manuseia um feixe
verde de luz. As fotos feitas por Wagner Malta Tavares não têm manipulação digital ou
em laboratório, e são um trabalho iniciado pelo artista ano passado. Anteriormente, a
fotografia era utilizada pelo artista apenas como registro de suas performances. Já a luz
é elemento utilizado por ele desde 2005, em esculturas.
Anita Schwartz Galeria de Arte - Rua José Roberto
Macedo Soares, 30, Gávea, 22470-100, Rio de Janeiro
Telefones: 55 (21) 2274-3873 e 55 (21) 2540-6446 - De 12 de
junho a 12 de julho de 2008
Horário: 10h às 20h, de segunda a sexta, e das 11h às 17h, aos sábados - Entrada
franca
PINTURA
CONTEMPORÂNEA CHINESA ALCANÇA US$9,7 MILHÕES EM HONG KONG
Um quadro do artista chinês Zeng Fanzhi, referente
à revolução cultural chinesa, foi vendido por US$ 9,7 milhões num leilão em Hong
Kong. É um novo recorde para a arte contemporânea chinesa.
A tela Máscaras (série 1996, número 6) fez parte
de um lote de arte chinesa levado à venda pela casa de leilões Christie's
no sábado, que alcançou o montante de US$ 60,1 milhões.
Nascido em 1964, Zeng Fanzhi é um dos artistas mais valorizados da
China. O quadro arrematado mostra oito pessoas mascaradas que remetem à Guarda
Vermelha durante a revolução comandada por Mao Tsé-tung em
1966.
Abertura:
20 de maio de 2008, às 18h Visitação: 21 de maio a 12 de julho de 2008
Seg a sex, das 14h às 19h
Sábado: agendamento por telefone
Entrada franca
Lurixs: Arte
Contemporânea
Rua Paulo Barreto, 77 Botafogo
22280-010 Rio de Janeiro-RJ Brasil
Tel. 55 (21) 2541 4935 e 55 (21) 9386 3950 www.lurixs.com
Na próxima terça-feira, dia 20
de maio, a Galeria Lurixs: Arte Contemporânea inaugura a exposição "Luciano
Figueiredo Tercetos", que reúne dez trabalhos recentes e inéditos
do artista, em duas séries distintas. O uso de folhas de jornal, presença recorrente na
trajetória do artista, ganha novo uso neste atual trabalho. Ao invés do uso direto de
folhas ou recortes, tiras de jornal são ampliadas e reimpressas em papel de extrema
nobreza, o francês Arches, com 600g de gramatura, criando linhas geométricas. Depois,
este plano é desconstruído em três partes, e retrabalhado sobre novo suporte,
especialmente construído pelo próprio artista: uma prancha com seis camadas de telas, em
uma cuidadosa busca de organicidade no resultado final. E é sobre essa base que Luciano
Figueiredo vai pintar com tinta acrílica, que revela ou se mistura às tiras gráficas
impressas, a esta altura apenas uma alusão à sua função inicial, o de prover conteúdo
ao leitor.
O artista, que admite ter encarado um "trabalho braçal"
neste longo processo, se diz satisfeito com o resultado. "Teria sido mais simples
fazer tudo sobre madeira ou MDF, mas preferi a construção orgânica". Ele ri ao se
lembrar da clássica história do cineasta Luchino Visconti, que obcecado por garantir a
veracidade de época em "O Leopardo", chegou a encher de roupas as gavetas das
cômodas do cenário, ainda que jamais fossem mostradas ao público. A outra série de
trabalhos inéditos mostrados na Lurixs são pequenas pinturas acopladas em planos
diferentes, criando o que o artista chama de "dinâmica planar". A fluidez e
transparência do trabalho, feito em acrílica sobre tela, remete à aquarela.
"Queria fazer uma série de pequeninos, e levei muito tempo a alcançar esse
resultado, formar esse conjunto", conta. Cada trabalho tem três pinturas, o que
originou o título "Tercetos", retirado do texto crítico do escritor Luiz
Eduardo Meira de Vasconcellos.
MARCOS DUPRAT - SONHOS DIURNOS
O Centro Cultural Correios no Rio de
Janeiro apresenta, a partir de 15 de maio de 2008, a exposição "Marcos
Duprat Sonhos Diurnos", que reúne cerca de 100 trabalhos, dentre
pinturas e desenhos, do artista, nascido no Rio há 63 anos.
Parte da mostra as obras em papel
esteve na Pinacoteca do Estado de São Paulo, com apresentação de José Mindlin e do
diretor da instituição, Marcelo Araújo. A Pinacoteca adquiriu quatro desenhos do
artista, que em retribuição doou quatro pinturas para este acervo público.
Serviço: Exposição
Marcos Duprat Sonhos Diurnos
Abertura: 15 de maio de 2008, às 19h Exposição prorrogada até 23
de julho
De terça a domingo, das 12h às 19h
Entrada franca.
Centro Cultural
Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20,
Centro Rio de Janeiro
Telefone: 55 (21) 2253-1580