SAIBA QUEM FORAM ELES


José Maria da Silva Paranhos,
Visconde do Rio Branco

Político baiano, nasceu em Salvador em 1819 e morreu no Rio de Janeiro, em 1880, tendo sido um dos vultos mais notáveis da vida pública brasileira durante o segundo reinado. Foi professor, jornalista, Ministro da Marinha, Ministro dos Negócios Estrangeiros e atuou como Ministro da Fazenda no gabinete presidido pelo barão de Caxias. Senador por Mato Grosso (1862), esteve em missão especial ao Rio da Prata (1864), negociando a adesão do Uruguai à guerra do Brasil contra o Paraguai. Reassumiu a pasta dos Negócios Estrangeiros no Gabinete Itaboraí (1868) e, no ano seguinte, voltou ao rio da Prata em missão especial, referente ao fim da guerra do Paraguai. Assinou os protocolos sobre a formação do governo provisório em Assunção e o tratado preliminar de paz (1870). Formou o mais longo e um dos mais importantes gabinetes do Segundo Reinado (1871). Sua maior obra foi a apresentação e promulgação da Lei do Ventre Livre (1870). Após abandonar  a presidência do Conselho (1875), foi nomeado diretor da Escola Politécnica (1876). É Patrono da cadeira 40 da Academia Brasileira de Letras.


José Maria da Silva Paranhos Junior
Barão do Rio Branco

Político e historiador, nasceu no Rio de Janeiro em 1845 e morreu na mesma cidade, em 1912. Começou com estudos histórico-geográficos, dos quais foi profundo conhecedor. Professor do Colégio D.Pedro 2º, deputado por Mato Grosso. Ingressou na carreira diplomática como cônsul-geral em Liverpool, importante cidade industrial da Inglaterra (1876). Defendeu vitoriosamente a causa do Brasil nas questões territoriais com a Argentina (1893) e a Guiana Francesa (1898). Em 1897, escreveu uma memória sobre a questão de limites com a Guiana Inglesa. Ministro Plenipotenciário em Washington e Ministro das Relações Exteriores do governo Rodrigues Alves e dos governos seguintes até o do marechal Hermes da Fonseca, em cujo quatriênio faleceu. Foi membro da Academia Brasileira de Letras

                          Fonte: Enciclopédia Koogan Houaiss

 
 

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