Em 1510,
completou cinco cenas descrevendo momentos da vida de S. Filippo Benizzi, lider da Ordem.
Esses trabalhos ajudaram a estabelecer o bom conceito de Andrea como desenhista, mestre do
colorismo e um especialista na aplicação de luz e sombra.
Muitas outras encomendas lhe foram confiadas,
entre elas os Grisalles (conjunto de afrescos nonocromáticos usando variações de
tons acinzentados) de São João Batista no Mosteiro de Scalzo, em Florença.
A fama do pintor correu o mundo e ele foi conduzido
à corte de Francisco 1º da França, que lhe confiou uma certa soma em dinheiro,
incumbindo-o de selecionar e comprar obras de arte na Itália. Com essa missão, retornou
a Florença em 1519 e aí permaneceu, usando o dinheiro em proveito próprio.
Em Florença, Andrea continuou seu trabalho
com a série de afrescos no Convento de Scalzo, só terminado em 1526. No ano anterior,
pintou Madonna del Sacco, no Convento da Santissima Annunziata.
Seu último e maior afresco foi A última
Ceia, no refeitório do Convento de San Salvi, próximo a Florença, que começou em
1511 e só terminou em 1527, embora o principal já estivesse pronto em 1920. Andrea
faleceu pouco depois, em 29 de setembro de 1530.
Ainda que conhecido apenas como pintor de
afrescos, o artista pintou vários quadros comuns com moldura, como retrato de sua mulher,
auto-retrato, Madona de Pietá (1524) e A Ascensão (1530) Entre seus
alunos, se incluem o arquiteto e pintor Giorgio Vasari,
o pintor Jacopo
da Pontormo e ainda Rosso Florentino.