Em 1957 foi
contemplado com bolsa de estudo proporcionada pelo Instituto de Arte Contemporânea e, no
ano seguinte, recebeu igual prêmio da Fundação Gulbenkian, o que lhe permitiu
aperfeiçoar-se no exterior.
Sobre ele,
escreve Fernando de Pamplona:
«A sua pintura é, por vezes, compartimentada, alveolar,
com reminiscências de azulejos na luz bruxuleante, talvez até certo ponto influenciada
por [Maria
Helena] Vieira da Silva, mas sem nada perder da sua originalidade»
.